Como vimos no início do capítulo calcularemos a força conforme a equação 6.0.2. O potencial é o conhecido Lennard-Jones 6-12 dado pela equação 6.4.1 e a derivada pela equação 6.4.2. Em geral, como a força e a energia potencial envolve alguns parametros iguais o cálculo é realizado simultaneamente.
O cálculo da energia potencial é realizada da seguinte maneira:
o mesmo deve aser aplicado para o cálculo da força. É de se observar que o somatório envolve o átomo
com todos os átomos
, no entando não iremos calcular para todos os átomos
. Iremos truncar o somatório no cálculo do potencial e da força se a distância
, em que
é um raio de corte. A justificativa para essa truncagem baseia-se no fato de que as contribuições acima do raio de corte são muito pequenas, já que o potencial é de curto alcance. Utilizaremos como raio de corte um valor de
[19].
Outro detalhe que devemos nos atentar é que as posições, velocidades e acelerações estão em coordenadas cartesianas e o potencial e a força estão em coordendas polares esféricas (
e
estão em função de
). O fato é que para atribuir os valores para as componentes da aceleração deveremos fazer uma conversão de coordenadas polares esféricas para coordenadas cartesianas. Neste ponto é o único momento em que iremos utilizar a transformação de coordenadas.
Fernando Sato 2009-11-11